quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Deixa...eu fecho a porta.

Pronto tranquei, agora você não pode fugir. A festa vai começar. Me olha assustado, meio confuso. Calo sua boca com um beijo, me segura pelos braços querendo impedir que eu cometa um desatino, consigo me desvenciliar e de súbito abro os botões da minha blusa um a um. Você observa paralisado, atónito...Eu me divirto vendo seus olhos brilharem ao ver meus seios pulsando de desejo por seus beijos. Vou tirando cada peça bem devagar, como um stripper em câmera lenta. Percebo que seus desejos aumentam mais e mais e brinco com minhas mãos em seu corpo. Já não resiste, me entrega seu corpo sem resistência, sabendo das consequências...Isso tudo não nos importa, já aguentamos demais.
Nosso prazer é infinito,  nossos corpos são pura volúpia, delírios de amor...
Me entrego a seus desejos e você deixa acontecer.

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