terça-feira, 13 de outubro de 2009

Marés

Porque me olha assim quando esta bem pertinho...
Não percebi que tenho medo de te amar?
São tantos os rios que atravessei a nado
que já não consego sequer respirar


Tenha clemência de mim, oh princípe das marés
Não veês que sou naúfraga dessas águas por muitas vezes
Pare de tirar de mim o tão sonhado sossego
Eu nem ousava pensar mais em ti


Fez de mim refém de sua vontade,
Causou me grandes danos
Quis que você desaparece
Em vão, porque sempre acaba retornando


Me deixe em paz lindo menino
Não faça meu coração ter esperança
Um dia sonhei ser um passarinho
E acabei na gaiola cantarolando...


                                                           Eugenia

3 comentários:

Cor de Rosa e Carvão disse...

nossa mulher... qta boniteza nessas palavras. lindo poema Eugenia. bjocas

C. A. disse...

Eugenia poetisa... seu estilo é bom, gosto de poesias assim, continue. "a alma humana é um abismo" Nietzsche

Eugenia disse...

Que nada Cor, estou engatinhando ainda mas se gostou agradeço.Claudinei vc por aqui nem acredito que bom, espero sua visita mais vezes.