quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Até que a morte nos separe...

Não penso mais no que poderia ter sido, quando se chega no precipício resta apenas pular ou esperar ser empurrada, sou covarde até na morte, espero que alguém me empurre...gente não falta, eu sei. Olho para trás e vejo os que ficarão, são inocentes, mas já não posso fazer mais nada. Com a pouca saúde que possuo, não tardará para que tudo se consume. Eu sei que deveria continuar me cuidando, tomo os medicamentos, mas a vontade de viver desapareceu de mim...