domingo, 7 de fevereiro de 2016

Sentindo-se poética!

Na imensidão do meu ser, procuro a leveza escondida por detrás das cortinas do tempo.
Onde se findam as ilusões de uma trajetória.
Venha a mim campos verdejantes que outrora em minha infância me faziam felizes.
Quero ainda por ventura imaginar as inúmeras cores das flores e sorrir um sorriso sem sofrimento e sem rancor.
Que cessem os pesadelos da minha alma e me confira um mundo mais lógico, menos louco e egoísta.
Que as óperas sejam populares aqueles que precisam ouvir uma voz que os console.
Fechem as portas das igrejas e que os padres pratiquem o verdadeiro acolher aos infermos de corpo e coração. 
Aos que cometeram crimes contra a sociedade, trabalhem de verdade e tirem de lá o seu auto sustento.
Diga-me grande inventor de sonhos por andam a simplicidade de viver e a modéstia desta vida tão bonita?
Onde as crianças perdem sua inocência antes mesmo de nascer e eu atônita a tudo isso me entristeço em desejar um tempo de calma e paz.
Onde irei descansar meus ossos se por aqui só o que vejo é fogo e terra batida, cana sem mata e bicho sem toca...
Sou ainda idealista, reflorestem as matas, abriguem os pássaros e pintem de azul nosso planeta, esqueçam as diferenças de religião, sexo, cor e política. Briguem sim, mas por um mundo mais justo para todos.
...fico à frente desta tela sonhando que ao invés de só imaginar eu possa tocar nas paredes do tempo e mudar essa história triste da humanidade.




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...luto pelo que acredito, quando deixar de crer, morrerei.