domingo, 4 de janeiro de 2015

Meia idade... Meio tudo! Sabem de nada.

Chega de meios termos e meias palavras! 
Porque não dizer que querem me enterrar viva? Não os estranhos, os conhecidos. aqueles os quais dediquei a maior parte da minha vida?
Minha vontade é de gritar e dizer lhes que terão sorte se chegarem onde cheguei com as burrices e imprudências que fazem.
Ensinaram me que amor de mãe é incondicional, pode ser... Mas até que ponto, até onde vai minha responsabilidade?






Dizem que estou velha demais para sonhar...
Fazer ou planejar qualquer coisa,
Que eu deveria me sentar na varanda de casa e fazer crochê como qualquer avó normal.
Ingênuos! Eu não sou normal, farei o que ainda não fiz, pensarei mais em mim.Continuarei à fazer o que gosto, cuidarei dos meus interesses e aceitarei de mente aberta as mudanças.
Se quiserem que fiquem com o que sobrar de minha herança. 

É justamente por isso que tenho forças para enfrentar com garra todos os obstáculos que vierem.
Porque ninguém me disse que eu poderia vencer... Que poderei viver com dignidade, apesar do tempo.
É difícil quando as palavras mais duras e as pedras são lançadas pelos próximos.
Rio deles todos... Sou assim de bem com a vida, mas se ela me for tirada, pra mim está tudo bem.
Vivi plenamente até hoje, sorri o quanto pude, brinquei em demasia e fiz o que pude também pelos outros.


Não me afetarão com suas conversas negativas, nunca liguei mesmo para as futilidades dos outros.
Sou meia autista, se me desculpem. Não ligo para as opiniões deles. Para mim basta a que tenho.




Sou negra, feliz e teimosa. 
Não preciso provar nada aos outros.
...somente a mim!


Apelar as igrejas não aconselho ninguém, agora eles aceitam vale alimentação e cartão de crédito nos dízimos é mole ou querem mais.

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