segunda-feira, 30 de março de 2015

Sorrisos do silêncio

É quando quero falar e me calo, sorrir e me reprimo, me expressar e viro estátua.
Meus dias, minhas horas, meus minutos e segundos
Sorrisos do silêncio.

Isso me mata um pouco por dia em pequenas doses de um veneno silencioso e perigoso,
Não há como não enjeri-lo, venenos vem disfarçados de outras coisas gostosas e bons momentos.
Hoje estou triste, não vi seus olhos... Minha essência, a leveza de viver! 

Eu só desejo que me tome em seus braços, para que possa fechar meus olhos e sentir.




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Aos poucos a mocinha se prepara, se enfeita, brinca com as gotas de orvalho e se deleita com o elixir dos ventos... A Bela Moça demora, mas...