quinta-feira, 24 de abril de 2014

O silêncio, somente ele como abrigo.
Não sei o que pensar, nem imagino o que posso fazer.
Já dispus de todos os argumentos, nenhuma resposta, nem um sinal.
Essas horas que não passam, essa espera malvada que dilacera meu coração...
Juntamente com o passar das noites vou com elas perdendo as esperanças,
Não deveria ser assim, eu estava tão feliz, mas agora, não sei.
Talvez, o que procuro não queira ser achado.
E a concorrência desleal que se faz presente a todo instante e de todas as formas. 
Seria preciso um amor realmente grande para superar as tentações.
E eu aqui, feito fogo morto à espera de um passado que não aconteceu.
É difícil admitir, mas às vezes o silêncio também serve de resposta.

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Me faltam as palavras para descrever o quão é go stoso cultivar as flores.