quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Procuro produzir o máximo que posso, sempre. Dou o melhor de mim. Essa é a forma que encontro de afirmação. Ontem meu pai me criticou dizendo que procuro trabalho onde não tem, olhei a minha volta a casa toda suja. Refleti por um tempo e respondi:
- Faço enquanto posso, porque quando não mais puder, deixarei de fazer.
Ele concordou comigo, trabalhou por 65 anos seguidos, carregava sacos de 85 quilos em um braço só, hoje descansa em um sofá a maior parte do dia. E eu lhe disse então:
-Você deu o seu melhor, agora deixe-me fazer o meu...


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Me faltam as palavras para descrever o quão é go stoso cultivar as flores.