quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Eu quero um gosto sem contragosto
Um ponto sem ter medidas
Uma história em forma de um conto
Um absurdo não menos obscuro
Uma voz que represente minha raça
Uma prosa ou jazz ou uma poesia 
Que seja infinita e não restrita
Que tenha clamor e enraíze em mim
As tranças nagôs do útero que herdei.



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...luto pelo que acredito, quando deixar de crer, morrerei.