terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Sorri, não foi um sorriso qualquer daqueles que dou espontaneamente quase sempre sem querer.
Foi um ato libertador, ele gritou comigo pela última vez. 
Fechei a porta atrás de mim e prometi que nunca mais iria me submeter injustamente.
Foi nesse momento que me dei conta que educação e obediência tem seus limites.
Agora converso de igual para igual com meu pai, o poder que ele exercia sobre mim perdeu todo o seu valor.

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2 comentários:

Betty Gaeta disse...

Oi Gheni,
Parabéns! Eu nunca consegui me libertar de minha mãe totalmente. Ela não era uma pessoa fácil de lidar e todas as vezes que eu virei as costas, voltei, pois tinha pena. Se nem eu, que era filha estava conseguindo aguentar, quem diria os outros? Daí eu voltava por pena de deixá-lo sozinha.
Bjs

Gheni Elizabetty disse...

Boa noite Betty, me desculpe, não costumo verificar meus emails.
Sempre mantive uma relação estreita com meus pais. Eles só queriam um filho, e eu caí de pará-quedas em cima deles. Bom você pode imaginar, e depois do falecimento da minha mãe as coisas foram piorando mais ainda. Eu aguentei até onde deu, até que foram acontecendo tantas diferenças e injustiças que tive que dar um chega em tudo aquilo. Agora vivo bem melhor, respiro pelo menos kkkkk, até breve!