quinta-feira, 2 de julho de 2015

A chuva molha meus quarenta e quatro anos de ausência, sim ausência de placenta, de abrigo e de alimento embrionário. Me desloco de lá para cá, desde que o cordão umbilical foi cortado. Eu era matéria hoje sou plasma. Não piso ao chão, flutuo em meus pensamentos apenas. 
O etéreo me permite viajar, a planta me abriu portas, por essa razão achei melhor esquecê-la, algumas portas devem permanecer definitivamente fechadas. O útero me era melhor abrigo.

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Me faltam as palavras para descrever o quão é go stoso cultivar as flores.