sexta-feira, 22 de abril de 2016

Eu sou um enigma à ser desvendado.
Ninguém imagina os segredos que meu sorriso esconde e a ternura que meu olhar revela.

Um beijo terno...
Me beijou com toda a inocência de uma vida sábia, num gesto natural e singelo.
Eu não esperava que alguém de tamanha fragilidade e sofrência haveria de ter tamanha gentileza.
Foi assim, nessa noite tranquila de sexta que conheci um cavalheiro...
Ele não tinha cavalo branco, não vestia linho, sem brasão ou doutorado e no entanto sua alma era tão valiosa quanto a um diamante, satisfação em conhecê-lo, foi um imenso prazer "Senhor Desconhecido" pois ao longo da conversa ou por falta de etiqueta, me esqueci de perguntar seu nome. 
É assim que descrevo a primeira vez que me senti uma rainha, "coroada" porque esse incrível homem beijou-me a mão.
Foram poucos minutos de boa conversa, uma rica troca de experiência para ambos.
E que com certeza não se vê isso todos os dias, gentilezas são raras.
                                                                                                                                                                                                                                                              Boa noite!

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